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Téo José: "Nesta Copa eu vou em busca do novo".

Téo José está acostumado com o melhor futebol do mundo. Narrador oficial da Band na Liga dos Campeões, maior torneio de clubes do mundo, o goiano agora tem uma nova responsabilidade: trabalhar na maior competição esportiva do planeta. Ele, que diz adorar desafios, contou ao site da Band quais as expectativas para este mundial. Veja:

Olá Téo! Conte para o site da Band qual é a emoção de estar transmitindo a Copa do Mundo da África.

A emoção é maravilhosa. Numa Copa do Mundo, além estarem em campo os melhores jogadores do planeta, tem aquela coisa de país contra país. Então, sem nenhuma demagogia, é literalmente um encontro de povos. Você vê várias línguas diferentes nos estádios, vê torcedores de vários países... No centro de imprensa mesmo é algo muito bacana também, há jornalistas de todo o mundo... E tirando aí uns quatro ou cinco países que não estarão presentes, todos os grandes craques estarão na África do Sul, o que mostra a grandeza da competição.

Eu também adoro fazer eventos. E trabalhar fora do Brasil é muito legal porque no meu caso, eu tento ao máximo passar aquela emoção que estamos vivendo no local e isso só dá pra fazer quando você está lá. O bacana das coberturas internacionais é porque elas acabam te exigindo mais e eu adoro desafios. Nessa Copa da África eu vou em busca do novo. E acho que vou encontrar isso lá.

E a Band esta preparando uma cobertura magnífica para a Copa. Como é fazer parte dessa equipe?

Olha, esse é meu primeiro grande evento internacional na Band. E quando eu estava fora da emissora, via que a Band tem um DNA de eventos esportivos, sabe? Fazer parte dessa equipe é uma honra, me sinto muito orgulhoso. Fora que eu estarei ao lado de grandes amigos como, por exemplo, o Edmundo. Vou comentar os jogos com ele. Foi uma pessoa que conheci esse ano e que rapidamente tivemos uma proximidade muito grande. Vou também estar em contato com Neto, que é também um grande amigo, com o Milton Neves... Sem falar em tantas outras pessoas. Então, além de ter a responsabilidade de saber o quanto a Band é grande em eventos esportivos, eu acredito que vai ser uma cobertura muito prazerosa porque o nosso time é de alto nível e são pessoas que se relacionam muito bem também fora do ambiente de trabalho.

Téo, você que está acostumado a transmitir a Liga dos Campeões, competição em que atuam muitos dos jogadores que estarão na Copa, fale quem vai ser o craque do mundial?

Bom, essa é uma pergunta complicada porque muitas vezes existe bastante expectativa sobre o melhor jogador da temporada e isso quase sempre não reflete no mundial.

Para mim, um jogador que pode ser um grande destaque do Brasil, por exemplo, é o Luís Fabiano. Não é o meu centro-avante preferido mas acho que é o que tem mais cara de seleção brasileira, de competições internacionais. No geral, se estiver em boas condições físicas, quem vai ser o fera da Copa será o Rooney, da Inglaterra.

O Denílson falou a mesma coisa.

O Rooney é batalhador, tem jeito de Copa do Mundo. É craque.

E além do Brasil, quem é o favorito para ganhar o mundial? Você acha que pinta alguma zebra?

Eu não acho que vai ter zebra nessa Copa. Na minha cabeça os 4 favoritos são: Brasil, Argentina, Espanha e Inglaterra. Eu boto fé no time da Inglaterra. É uma seleção parecida com o time da Inter, que ganhou a Liga dos Campeões. É mais defensiva e que sai muito em contra ataque, além de terem o grande diferencial que é o Rooney. E se ele estiver em grande fase, os ingleses serão um adversário forte. Acho que o campeão não foge dessas 4 equipes.

E para a sorte do Brasil, por exemplo, é que a Argentina não convocou a melhor defesa, deixando jogadores como Zanetti e Cambiasso de fora. E o principal: eles têm o Maradona como técnico, o que é muito bom para qualquer seleção.

FONTE:
Site oficial da Band

Osmar de Oliveira e as histórias que viveu em Copas.

"Trabalhar como médico e jornalista em uma Copa do Mundo foi algo que nunca irei esquecer"

Doutor Osmar de Oliveira tem história no futebol. Além de médico, cobre eventos esportivos há mais de 30 anos. Neste bate-papo super descontraído, ele falou sobre as expectativas da Copa de 2010, apontou seus favoritos e o mais bacana: contou histórias surpreendentes dos mundiais em que participou. Confira:

Dr. Osmar, qual é a emoção de estar trabalhando em mais uma Copa do Mundo?

Bom, a emoção é muito grande. Comecei em 1978, na Copa da Argentina, trabalhando em televisão. Fiz praticamente todos os mundiais desde então e em apenas duas oportunidades eu não estive presente no local. Então pra mim isso é um orgulho, pois quando você abraça uma profissão e as pessoas te reconhecem, você acaba sendo convocado para o trabalho. Além do ponto de vista pessoal que é acompanhar diretamente uma Copa, pensar sobre Copa... isso é muito legal. Estou num momento feliz.

E dentre os mundiais que o senhor cobriu, qual considera o mais emocionante?

Eu tive um que me emocionou bastante, em 90. Apesar da seleção ter sido um fracasso, eu trabalhei naquele mundial na mesma proporção como jornalista e médico. Fui a pessoa que acolheu, que acalmou e que medicou o João Saldanha, um dos maiores jornalistas esportivos que o Brasil já teve e que infelizmente acabou morrendo nas minhas mão lá na Itália.

O senhor destaca algum fato inusitado que aconteceu em Copas?

Sim. Aconteceu também com o João Saldanha. Naquela época nós trabalhávamos em outra emissora, muito desorganizada por sinal. O João já andava em cadeira de rodas e fomos fazer um jogo da Alemanha. Nós não estávamos no estádio naquela ocasião, fazíamos a partida numa cabine bem pequena e a cadeira de rodas dele não cabia no local. O jogo estava marcado para às 16h, a abertura era 10 minutos antes e lá estava eu, escrevendo minhas coisas. De repente eu escuto a vinheta no ar e tive que entrar com uma imagem frisada do estádio de Bari. Aí comecei a falar da seleção da Alemanha, do adversário e teve uma hora que não tinha mais o que dizer. Então o João bateu nas minhas costas e pediu a palavra. Ele começou a falar sobre aquela arena, que tinha uma armação que pareciam uns trilhos... Deu literalmente uma aula sobre a Segunda Guerra. Falou uns 10 minutos. No break eu fui agradecê-lo e ele me disse: "você não precisa agradecer nada, foi tudo mentira".

E pra fechar, além do Brasil, quais são os favoritos pra essa Copa?

Olha, eu vou apostar numa meia e numa grande zebra. A meia? Espanha. A grande? Holanda.

E o craque do mundial?

Se o Kaká puder jogar, é ele. Se não, será o Luis Fabiano.

FONTE:
Site oficial da Band

Denílson: do campo para a bancada da Band na Copa.

Denílson vive uma nova fase na carreira. Depois de arrebentar nos gramados, disputando inclusive duas Copas do Mundo pela seleção, é a vez de estar do outro lado. Contratado para o elenco da Band no mundial da África, ele contou quais são as expectativas nessa nova empreitada, além de histórias engraçadas nas Copas em que participou, como por exemplo as brincadeiras com Ronaldo sobre o famoso episódio da convulsão que o fenômeno sofreu.

Olá Denílson! Conte para os internautas qual é a emoção de estar presente em mais uma Copa, agora como comentarista da Band.

Primeiramente eu gostaria de mandar um abraço a todos que acessam o site e também para os telespectadores da Band. Espero por vocês! Bom, é uma emoção diferente, a expectativa é grande. É uma experiência nova e eu espero agradar expondo a minha opinião assim como foi nas duas Copas do Mundo em que joguei.

Falando nas Copas que esteve presente, conte alguma história bacana daqueles momentos.

Tem muita história bacana. O ambiente descontraído dos jogadores era um dos pontos fortes do grupo que conquistou o penta, em 2002. Uma história engraçada que eu lembro foi quando o Ronaldo falou pro Vampeta não deixar ele domir, porque na Copa anterior o fenômeno teve o famoso problema de convulsão um dia antes da final. Foi algo até sério, mas que acabou se tornando engraçado pela forma que ele falou.

Além do Brasil, quais são os outros favoritos na sua opinião?

Eu acho que a Espanha, talvez pelo fato de eu ter jogado lá e conhecer bem a característica dos jogadores. É uma equipe que pode chegar. Portugal também vem forte, assim como a Itália... Essas seleções de tradição com certeza chegarão com muita força no mundial.

E pra fechar, qual será o craque da Copa?

Talvez o Messi, mas há a incógnita de que na seleção ele não joga tão bem quanto no clube... Ele vem num bom momento no Barcelona e se mantiver isso com certeza arrebentará no mundial. Outro que eu apontaria é o Rooney, da Inglaterra, até porque nós não temos o nosso grande goleador, o Ronaldo Fenômeno, então o inglês, como "fazedor" de gols, também pode ser o grande destaque da Copa.

FONTE:
Site oficial da Band

Milton Neves fala ao site da Band sobre as expectativas da Copa.

Milton Neves está em festa. O apresentador do Terceiro Tempo conta com exclusividade ao site da Band como é trabalhar pela primeira vez em uma Copa pela Band, além de muitas histórias sobre os mundiais que participou.

Qual é a emoção de estar presente em mais uma Copa?

A emoção é dupla porque além de estar em um mundial, é a primeira Copa que eu irei trabalhar pela Rádio e TV Bandeirantes e para mais 7 veículos, inclusive uma televisão do Japão. E a Band foi maravilhosa comigo. Faz dois anos que eu voltei para a TV, estou com o contrato renovado por mais quatro temporadas e vou fazer a Copa do Mundo com muito carinho e dedicação para devolver um pouquinho do que a Band fez por mim depois de uma grande decepção profissional que tive em 2008.

Quantas Copas o senhor já cobriu?

É a quarta Copa. Estive em 90, na Itália; 94, nos Estados Unidos e 98, na França, totalizando 130 dias fora do país cobrindo mundiais, além de inúmeros outros eventos esportivos ao redor do mundo.

O senhor conhece bastante sobre a história dos mundiais, poderia apontar o melhor jogo que viu ou trabalhou?

Bem, em Copas do Mundo eu fico mais nos estúdios e nos centros de imprensa. Mas em 94, na cidade de Dallas, eu estive presente no duelo das quartas-de-final entre Brasil x Holanda, quando ganhamos de 3 a 2. Esse é o jogo inesquecível da minha vida. O Romário arrebentou na partida, além do memorável gol de falta do Branco, que depois virou um grande amigo. Aquele momento jamais sairá da minha memória.

E pra fechar, além do Brasil, quais são as outras seleções favoritas no mundial da África?

São 8 favoritos: Brasil, Argentina, Alemanha, Itália, Inglaterra, França, Espanha e Holanda. Copa do Mundo é loteria. Na minha opinião, é muito difícil a seleção brasileira ganhar o mundial, mas ela está entre as 8 candidatas. Quem não ganha são as 24 coadjuvantes. De 32 seleções, 24 vão passear, inclusive o time da casa que não joga nada e deve perder tudo, assim como a Coréia do Norte.

Agora o Brasil, nas fases finais, vai enfrentar sempre uma grande seleção e nesta situação, tomara que o time do Dunga esteja empatando ou ganhando porque se estiver perdendo, vai ficar difícil. O banco de reservas do Brasil é muito ruim.

FONTE:
Site oficial da Band

Bate-papo com a musa Renata Fan no site da Band.

Renata Fan é só alegria. A musa dos programas Jogo Aberto e Apito Final está indo para a sua primeira Copa do Mundo e conta com exclusividade ao site da Band qual o sentimento que a envolve neste momento da carreira.

Abaixo da entrevista, acompanhe também a programação completa dos programas em que ela estará presente no Mundial da África. Confira:

Como está sendo a sua preparação para Copa?

Eu fiz inglês intensivo e me preparei com uma professora particular, até porque é o idioma oficial da África do Sul. Fora isso, há muitos anos eu venho acompanhando jogos de eliminatórias - não só as sul-americanas, mas também européias, pelo fato da maioria das seleções favoritas estarem na Europa.

Também acompanhei os brasileiros que eram constantemente convocados pelo Dunga, analisando as possibilidades... Tudo isso fez parte do meu preparatório da África e é algo que eu venho trabalhando há muito tempo e não somente há 2, 3 meses atrás.

E é a sua primeira Copa trabalhando no país sede?

É a primeira Copa de muitas, assim espero! É um desafio muito grande na medida em que você está no continente que também recebe o mundial pela primeira vez e oferece certo pioneirismo nesse sentido. E estando numa equipe completa, abrangente e qualificada como é a nossa, tudo fica mais fácil para o profissional. Estar num mundial não depende apenas do seu trabalho e do seu desempenho.

Fora isso, o que é mais importante é você ter um time entrosado, ligado no que está acontecendo e é isso o que nós, da Band, estamos desenvolvendo: um trabalho em equipe.

Além do Brasil, tem alguma outra seleção que você considera favorita?

Tem varias seleções fortes na teoria. Claro que na prática, na hora de controlar o nervosismo e de colocar em campo um esquema tático organizado, treinado; na hora do time ser mais atento na defesa, constituir bem o meio campo e ter um ataque eficiente, tudo muda. Mas eu acredito que Brasil e Alemanha, pelo estilo de jogo, são os favoritos. Brasil pelo talento, pelos jogadores diferenciados e curiosamente pelo fato de que nós, pela primeira vez, não temos um grande ou um único craque e sim um time, o que faz muita diferença.

Já a Alemanha - sempre bastante burocrática, focada - consegue os resultados nem sempre com goleada, mas avançando com força para as fases finais. Essas duas seleções com certeza vão dar trabalho.

E pra fechar: quem vai ser o craque da Copa?

Eu espero que seja o Robinho (risos). A minha torcida é brasileira. Robinho, Kaká, Julio Cesar no gol... Tivemos em 2002, por exemplo, a Alemanha como vice-campeã e o Oliver Kahn, goleiro daquele time, foi o craque da Copa e não o Ronaldo nem o Rivaldo como todos queriam. Claro que há nomes de outras seleções como Rooney, da Inglaterra; Messi, da Argentina... Mas a escolha do craque depende muito de chegar ou não a uma final e isso tem sido demonstrado nas ultimas edições. Então, tomara que o escolhido seja um brasileiro!

Confira os programas que Renata comandará na Copa:

Jogo Aberto

O Jogo Aberto será apresentado de segunda a segunda, das 13h às 14h (entre um jogo e outro, podendo sofrer alterações de horário) durante toda a copa, e terá a participação da mesma equipe que compõe o programa aqui no Brasil: a apresentadora Renata Fan e os comentaristas Neto, Edmundo e Dr. Osmar de Oliveira.

O horário que será um pouco diferente, por causa dos jogos. Acabando o jogo da manhã, entra o Jogo Aberto.

Direto da África

Nos dias de Copa, antes da primeira partida, Renata Fan e Nivaldo Prieto mostram, ao vivo dos estúdios da Band na África do Sul, a expectativa para o confronto, com os destaques de cada time, as torcidas, a agitação na porta dos estádios, a vibração nas cidades onde os jogos serão realizados, a posição na tabela, a história de cada time em Copas do Mundo, atualizando também as últimas notícias da seleção brasileira e dos nossos adversários em reportagens ao vivo.

O programa Direto da África vai ao ar nos dias de jogos abrindo as transmissões diárias da Band, a partir do dia 11 de junho.

Conexão África

Nos dias de Copa, entre as transmissões dos jogos, a Band exibe o Conexão África: o jogo termina e a equipe continua em campo mostrando as melhores imagens, os lances duvidosos e o desempenho de cada seleção. Sob o comando de Renata Fan e Nivaldo Prieto, os repórteres, comentaristas e apresentadores fazem a análise do comportamento tático e técnico das equipes, atualizando o telespectador a cada momento, com as notícias mais quentes da hora.

O programa Conexão África vai ao ar entre as partidas da Copa, pela Band, a partir do dia 11/06.

FONTE:
Site oficial da Band

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